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domingo, 25 de março de 2012
domingo, 4 de março de 2012
PENICHE "04-03-2012"
A BORDO DO AMOR É VIDA
PAMPOS DE KILO....VÁ UM DE KILO...
É LÁ TANTO PEIXINHO BOM.... BELAS SAFIAS
UM LUCIO....PEIXE BONITO E GOSTOSO
AS PIXAS E AS GAROUPAS....BELAS...FRITAS
ESTAS SÃO AS SAFIAS PARA A GRELHA....ESCALADINHAS
E AQUI O QUE É?....CERTO A BERLENGA
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
MAIS UM FIM DE SEMANA A BORDO DO "MERGUS"
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
PAIS E FILHOS NA PESCA
Compre equipamento de pesca de qualidade.
Esqueça as canas bonitas e baratas que são vendidas para crianças. Elas são muito difíceis de lançar e embaraçam. Você vai perder mais tempo desembaraçando a linha do que a pescar.
Compre uma cana leve com linha. Elas vêm em tamanhos de 1,5m a 1,8m. Tente comprar as menores, de 1,5m mas não menos do que isso.
Compre uma bobine de linha boa. Existem várias no mercado. Escolha uma que aguente de 1 a 2 kg.
Prepare você todo o material, Escolha o local certo. Procure um que não seja muito movimentado. Crianças podem entusiar-se demais quando estiverem lançando a linha, e queremos pescar peixe, não pessoas. Procure um local com muitos peixinhos. Você não precisa de ir atrás de um robalo. Crianças vão ficar felizes com peixes pequenos, contando que pesquem alguma coisa.
Ensine as crianças a lançar a linha, em principio num sitio, de preferencia, praia com muito pouca gente ou nenhuma..
Quando as crianças estiverem confortáveis com a cana vamos começar.
Vamos para a borda da água. Elas não têm que lançar longe, os peixes que queremos devem estar perto perto da borda.
Para ajudar leve as criança para um pesqueiro em que até cabozes contam ou qualquer peixe que venha no anzol.
Desde já ensine-o que existem tamanhos minimos de captura e que a iniciação pode concerteza passar pela captura de algumas espécies para contentamento e icentivo dos nossos pequenos mas...nada mais que isso.
Eu tenho filhos e concerteza que a pesca os ajudará tanto fisicamente como psicologiacmente.
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
A PESCA E A SUA CONFEÇÃO
Para escalar um peixe, apenas precisa de uma faca afiada, um pouco de jeito e um bom peixe fresco. Depois, é sempre a andar. A dourada e o robalo são os mais usados para este fim.
Escalados, os peixes têm a grande vantagem de não terem espinhas e de poderem absorver melhor o tempero, tendo em conta que são abertos.
Os peixes escalados também podem ser recheados com tudo aquilo de que gosta. Como já os limpou e lhes retirou as espinhas, o limite é a sua imaginação. O tempero simples com azeite ou molho manteiga é uma boa opção porque, ao entranhar no peixe, faz sobressair o seu gosto especial.
RECEITA DE ROBALO ESCALADO
Com o calor que tem feito, o que melhor sabe são grelhados, saladas, refeições leves. Foi o caso deste delicioso robalo que pesquei e, o segredo aqui não é nada mais que uma sugestão de tempero que resulta lindamente em qualquer peixe grelhado. Experimentem que notarão, certamente, a diferença.
Ingredientes para 2 pessoas
2 robalos escalados
sal
3 dentes de alho
azeite
qb
1 molhinho de coentros frescos
- Tempere o peixe de sal com algumas horas de antecedência.
- Lave o peixe para retirar o excesso de sal e grelhe-o.
- Entretanto pique finamente os dentes de alho ,bem como, os coentros.
- Junte azeite e vá pincelando a parte do peixe já grelhada.
- No final, depois do peixe grelhado regue com o restante molho.
- Lave o peixe para retirar o excesso de sal e grelhe-o.
- Entretanto pique finamente os dentes de alho ,bem como, os coentros.
- Junte azeite e vá pincelando a parte do peixe já grelhada.
- No final, depois do peixe grelhado regue com o restante molho.
- Acompanhe com batas assadas no forno e a murro.
RECEITA DE DOURADA ESCALADA
RECEITA DE DOURADA ESCALADA
Pesque uma dourada média e amanhe em casa remova as visceras de dentro do peixe e escameo-o
(também pode comprar o peixe e escalar em sua casa)
Agora tempere a douradinha! Coloque a dourada escalada e esprema sumo de limão por cima, ponha umas pedras de sal, uma pitada de pimenta e de piripiri, ervas de peixe, orégãos, alhos esmagados e louro. Agora vire a dourada e faça o mesmo trabalho.
Deixe uns 20 minutos em tempero e vá acender o carvão, (também pode grelhar no grelhador eléctrico). Agora vai grelhar o peixinho! Retire todo o alho da dourada e coloque num recipiente com uma colher de sopa de azeite, leve ao lume e deixe o alho ficar dourado.
Agora coloque alguns coentros e duas colheres de sopa de margarina vaqueiro, deixando-a derreter, de seguida esprema duas rodelas de limão para dentro do recipiente e o molho fica pronto.
Ponha o peixe na grelha e leve ao grelhador ou às brasas, tendo o cuidado de virar algumas vezes a grelha para que o peixe fique lourinho e não queimado. Atenção, não saia de perto do peixe, senão, queima-se, uma vez que é um pouco gordo. Agora que está pronto vai retirar o peixe da grelha com uma espátula, ou com uma faca (pois fica ligeiramente pegado), mas atenção faça-o com cuidado para não desfazer.
Acompanhe com feijão verde (em alternativa pode utilizar grelos ou brócolos), cenoura e batata a gosto.
Ponha um pouco de azeite por cima da verdura e regue o peixe com o molho de alhos que fizemos.
´
MUITO BOM APETITE
terça-feira, 2 de agosto de 2011
MULHER PERFEITA
Dois pescadores alentejanos estão à pesca à beira do rio e enquanto observam a bóia, um deles diz:
- Compadre, eu acho que me vou separar da minha mulher............ já faz três meses que ela não fala comigo!
O outro, após reflectir uns momentos, diz:
- Pense bem compadre... olhe que hoje em dia é muito difícil encontrar uma mulher assim !
- Compadre, eu acho que me vou separar da minha mulher............ já faz três meses que ela não fala comigo!
O outro, após reflectir uns momentos, diz:
- Pense bem compadre... olhe que hoje em dia é muito difícil encontrar uma mulher assim !
MANUTENÇÃO DO MATERIAL
Os carretos utilizados no mar são os que mais necessidades têm de cuidados preventivos, uma vez que o sal é altamente corrosivo para todos os metais. Desta forma, é recomendável que após o dia de pesca o carreto seja passado por água da torneira (corrente, com pouco débito) e lavado com auxílio de um pincel pequeno para tirar a areia, restos de isco, ou remover depósitos de sal nos lugares mais inacessíveis. Não deverá ser mergulhado a menos que tenha caído à água salgada. As bobinas podem mesmo ser retiradas dos carretos e estas sim, mergulhadas num recipiente com água, deixando-se assim várias horas e sacudindo depois contra um pano seco antes de deixar num local arejado para secar o fio. Depois do conjunto completamente seco, podemos aplicar um pouco de silicone em spray para dar protecção extra na próxima saída de pesca, limpando depois muito bem, para eliminar os excessos de produto.
O spray de silicone adquire-se em qualquer hipermercado, na zona dos produtos auto, renovadores de plásticos e afins. É importante que seja um produto sem cheiros ou aditivos que possam por em causa o resultado da próxima pescaria. O silicone é uma substância que não tem qualquer cheiro ou sabor, sendo por isso uma substância que não irá influenciar o resultado da nossa pesca.
CANA
Depois de cada pescaria, mesmo que a vontade não seja muita, a nossa cana de pesca esse belo elemento que nos entretem, deve ser bem lavada com água doce, com um pouco de detergente da loiça e uma trincha.
Se o tampão do punho da cana for do tipo roscado, deve ser desapertado antes da lavagem.
De tempos em tempos, deve-se passar uma revisão aos passadores, para nos aperceber-mos do estado dos mesmos, qualquer falha ou algum partido pode danificar a qualidade da nossa linha numa próxima pescaria, depois de bem lavada e seca, deve guardar-se a nossa cana num saco proprio, num local onde não corra o risco de queda, podendo com isso danificar-se irremediavelmente
OS SENTIDOS DOS PEIXES
BOLSA OLFATÓRIA - São formadas por células localizadas nas narinas e associadas à percepção de cheiros das substâncias dissolvidas na água. O sentido do olfato dos peixes é geralmente muito aguçado. O tubarão, por exemplo, pode "farejar" sangue fresco a dezenas de metros de distância.
OLHOS - Permitem formar imagens nítidas a curta distância. A distâncias maiores, percebem apenas objetos em movimento na superfície da água. Alguns peixes têm percepção das cores e outros não. Os tubarões e as raias (também conhecidas como arraias), por exemplo, não distinguem cores. Os olhos são geralmente grandes e não possuem pálpebras nem glândulas lacrimais.
LINHA LATERAL - É formada por uma fileira de poros situada de cada lado do corpo, com ramificações na cabeça. Os poros comunicam-se com um canal localizado sob as escamas, no qual existem células sensoriais. Por meio das células sensoriais, o peixe percebe as diferenças de pressão da água, que aumenta gradativamente com a profundidade. Percebe também correntes e vibrações na água, detectando a presença de uma presa, de um predador ou os movimentos de outros peixes que estão nadando ao seu lado, o que é muito importante para as viagens em cardumes. Percebe, ainda, a direção dos movimentos da água, o que facilita sua locomoção na escuridão ou em águas turvas.
AS SONECAS DOS PEIXES
Os peixes não dormem. Eles apenas alternam estados de vigília e repouso. O período de repouso consiste num aparente estado de imobilidade, em que os peixes mantêm o equilíbrio por meio de movimentos bem lentos.
Como não tem pálpebras, seus olhos ficam sempre abertos. Algumas espécies deitam-se no fundo do mar ou no rio, enquanto os menores se escondem em buracos para não serem comidos enquanto descansam.
Vivem tipicamente no fundo. Aparecem quase sempre em locais arenosos ou de cascalho. Raramente circulam sobre pedras. Estão entre as espécies mais procuradas por quem gosta de trabalhar com iscas naturais de fundo. Costeiras, podem também ser encontradas a 100 metros de profundidade, em rios de água salobra, estuários e baias. Seu tamanho chega a mais de 70 cm e seu peso varia entre 8 e 10 kg. uma das características da corvina é que, dependendo da época, apresenta um forte cheiro de acido fénico.
Alimentam-se de camarões, pequenos peixes, caranguejos e mariscos dos mais variados tipos. São amareladas, com reflexos dourados. Brigam tipicamente como peixes de fundo. Quando ferradas, em pescarias embarcadas, procuram sempre voltar ao fundo, dando várias descidas com as linhas até cansarem. Normalmente engolem os anzóis.
MODALIDADE
Podem ser pescadas de praias, com camarões e sardinhas filetadas, e de barcos, com iscas no fundo. Prefira embarcado ou de praia em fundos de areia ou cascalho, sempre com chumbos encostados no fundo. É importante usar de dois a três anzóis com pelo menos um deles trabalhando abaixo da chumbada.
Sua boca tem meia curva para baixo e, assim, fisgam-se melhor quando os anzóis encostam na areia. Depois de fisgadas, raramente conseguem se soltar de anzóis, porque a boca simplifica sua penetração.
MATERIAIS
Em praias, prefira varas de grafite ou carbono entre 2,75 metros e 3,60 metros. Use linhas finas para melhorar os arremessos e trabalhe com dois ou três anzóis tipo maruseigo números 12 a 18, dependendo do tamanho das corvinas na região. Embarcado, sugere-se canas médio-pesados, linhas de 0,30 milímetro a 0,35 milímetro e dois ou três anzóis munidos de camarões vivos, mortos ou quaisquer das iscas citadas. Anzóis maruseigo número 20 para iscas vivas e 16 para mortas completam o material.
ISCA
Podem ser pescadas com camarões vivos ou mortos. Há dias em que dão preferência a vivos, enquanto que, em outras situações, preferem os cinzas descascado. Amarre sempre as iscas antes de lançar. Isso dá segurança para que não caiam com os lançamentos. Prefira praias fundas, de águas escuras e um pouco frias, mariscos, sardinhas, choco e camarões são as iscas mais produtivas nessas condições. A maior incidência de corvinas em beiras de praia costuma ocorrer no inverno.
O ESTADO DAS COISAS
A investigadora da Universidade de Évora, que descobriu uma nova espécie de perceve, em Cabo Verde, disse hoje à agência Lusa que, dos trabalhos feitos no sul do país, conclui-se que a espécie “não está bem, está com bastantes problemas, está numa situação de sobreexploração”.
Joana Fernandes defendeu ser “necessário fazer muitos mais estudos para se tentar avaliar a situação”. Trabalhos desenvolvidos pela Universidade de Évora debruçam-se principalmente sobre a costa alentejana e as Berlengas e, em relação ao norte, “não se sabe de nada”.
A situação já levou à criação de regulamentação para controlar a apanha, mas, “na maioria das vezes, não é cumprida e sabemos que está a rarear bastante a abundância de percebes”, um marisco “economicamente importante em Portugal”, referiu.
De qualquer modo, aquela lei “ainda é muito recente e é difícil avaliar se está a ter impacto e se está a ajudar a preserver a espécie”. Por isso, seria importante monitorizar a sua aplicação, defendeu.
O percebe aparece em zonas rochosas e de bastante agitação marítima.
Em Portugal, encontram-se percebes na zona entre a Ponta de Sagres e Sines, na região do Cabo Carvoeiro e Arrábida, no Cabo Mondego e na costa entre o Minho e o Porto.
LIXO NOS PESQUEIROS
Tenho notado ultimamente para os pesqueiros para onde tenho ido, a falta de cuidado por parte das pessoas em relação ao lixo que deixam para tras, meus amigos, temos de ter consciência de que se degradar-mos a natureza e não tivermos algum cuidado, no futuro todas essas acções podem levar à decadência dos nossos ecossistemas, e por conseguinte, à detrioração das nossas zonas de pesca, portanto meus amigos, façam como eu, um saquinho de plástico a acompanhar-nos, para no fim de cada pescaria trazer todos os degetos inerentes à mesma, nao custa nada.
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
SARGO
| NOME VULGAR: Sargo NOME CIÊNTIFICO: Diplodus sargus FAMILIA: Sparidae ORDEM: Perciformes MEIO AMBIENTE:Oceânico; grande imersão PROFUNDIDADE: 5-50m Metros CLIMA: Temperado. TEMPERATURA: 8 - 24°C; |
SARGO
Pode atingir até 25 cm de comprimento e 3,5kg, há várias especies de sargo como o sargo legitimo, o sargo veado e o olho-de-boi ou safia. Muito frequente nas nossas costas em fundos rochosos e também fundos de areia onde é menos frequente. O sargo é um peixe marisqueiro. Pescar com facilidade o sargo, exige que o pescador vá de munido de iscos como a gamba e o camarão. No entanto também se obtêm bons resultados iscando com vermes e moluscos bivalves nomeadamente o berbigão e o caranguejo mole e o de dois cascos. É pescado à bóia e ao fundo em qualquer altura do ano, sendo condições boas, por excelência, para pescar os maiores as marés vivas e os pesqueiros de fundo rochoso.
ALIMENTAÇÃO
carnívoro (larvas, crustáceos e moluscos).REPRODUÇÃO
de Abril a Junho. Maturidade sexual atingida ao fim de um ano(cerca de 10cm).ISCO
para o capturar poderá utilizar ameijoa, berbigão, camarão, longueirão, minhoca ou caranguejo.ENGODO
Retira-se a cabeça e a espinha às sardinhas e vão-se pondo as partes carnudas para dentro do balde, quando já tiver uma boa quantidade pizam-se com um pizador bem afiado, juntando-se aos poucos água do mar colhida no local até ficar com um aspecto pastoso tipo sopa. Engoda-se sempre quando a onda recua com uma concha para as pedras onde as ondas vão rebentar, não se engoda directamente para a água senão o engodo afasta-se depressa de mais. A cadência da engodagem deve ser certinha, passada a 1.ª meia hora em que se engoda mais, uma concha em cada 3/4 minutos deve ser suficiente para manter o peixe no pesqueiro. Se o mar for um pouco forte e tiver muita corrente deve adicionar-se areia da praia ao engodo até ficar tipo argamassa. Engoda-se então fazendo pequenas bolas (tamanho bola de golfe) que se atiram para as pedras onde a onda irá chegar. Uma outra técnica é o belisco cada vez essencialmente porque o engodo é lançado com a mão, deixando o cheiro da sardinha. A areia e um pouco de óleo de sardinha podem ser um aditivos úteis em pesqueiros altos e ou águas profundas, de outra forma não seria possível o engodo no pesqueiro.
domingo, 31 de julho de 2011
LINHAS DE PESCA
A linha de pesca sofreu um processo de evolução em suas características e, com pesquisas nesses 50 anos, apareceram materiais sintéticos de alta resistência e elasticidade. Assim, vieram as fibras monofiladas (o náilon, a poliamida e o poliéster) e, em seguida, as de fibras sintéticas microfilamentadas (Kevlar, Spectra), que são microfilamentos trançados. Poucos pescadores conhecem a capacidade de resistência da sua linha de pesca e de detalhes importantes para sua conservação e durabilidade. Existe o efeito “memória” da linha, que é o tempo em que a linha permanece no carretel do seu molinete e provoca a espiralada e contorções problemáticas na hora do lançamento, provocando embaraços e perda da capacidade de se atingir a distância e o alvo desejados.
DIÂMETRO
Também chamado de bitola, espessura ou grossura da linha, é quase sempre informado em milímetros pelos fabricantes. Existem alguns raros que fornecem esta medida em polegadas. É preciso tomar cuidado para não confundir. Naturalmente, em linhas de um mesmo tipo, o maior diâmetro proporcionará uma maior resistência, ou seja, agüentará um maior peso. Entretanto, não é na resistência ao peso que se deve pensar na hora de optar por uma linha de maior diâmetro, e sim na sua resistência ao desgaste, que também tem relação direta à medida. Quanto mais grossa for a linha, maior será sua resistência ao desgaste. É necessário prevenir-se quanto a isto no caso de pescas realizadas em locais onde a linha poderá sofrer atrito com galhos, pedras e outros obstáculos. É preciso saber o que é mais importante para você: muita linha ou muita resistência?
RESISTÊNCIA
É a capacidade máxima de suporte de peso de uma linha e normalmente vem expressa em libras nos carretéis. Cada libra correspondem a 453 gramas. Escolhe-se a resistência em função do peso do peixe desejado, mas é preciso lembrar que o seu peso se multiplica na água durante uma briga.
MEMÓRIA
As linhas tendem a assumir forma espiralada, em razão de seu acomodamento no carretel, isto é, a capacidade de memória da linha. Dependendo da composição dos materiais utilizados na sua fabricação, esta propriedade varia. Quanto menor memória, melhor, pois a deformação pode causar desgaste na linha.
LINHAS COLORIDAS OU TRANSPARENTES
As linhas coloridas são preferidas pelos praticantes de pesca com isca artificial, por proporcionarem grande visibilidade. Neste tipo de pesca, é importante ver por onde passam as linhas ou onde caíram as iscas, pois a precisão dos arremessos é fundamental no sucesso da pescaria. Já quando se trata de pesca com iscas naturais, a maioria dos pescadores prefere utilizar linhas transparentes, por acreditar que os peixes podem perceber a linha e não atacar a isca.
TIPOS DE FILAMENTO
Existem dois tipos básicos de linhas quanto ao filamento: linhas mono e multifilamento. As linhas monofilamento são confeccionadas com apenas um filamento, como o próprio nome sugere. São as mais tradicionais e abundantes no mercado. As de multifilamento, relativa novidade, podem ser linhas trançadas ou fundidas. Como um cabo, são constituídas por múltiplos filamentos cuja união proporciona uma linha de grande resistência de peso máximo e de desgaste. As linhas fundidas são assim chamadas por serem feitas de vários filamentos colados e não trançados cobertos por uma camada de gel, que faz com que tenham uma aparência lisa. Uma linha multifilamento tem resistência maior que outra monofilamento de mesmo diâmetro e provoca uma abrasão maior, por isso deve ser utilizada com varas cujos passadores resistam a este desgaste. Este tipo de linha oferece a possibilidade de ter no carretel muita linha de grande resistência e de baixa memória.
quinta-feira, 28 de julho de 2011
O PEIXE E A SAUDE
DOURADAS
NOME COMUM: Dourada
NOME CIENTIFICO: Sparus aurata
CLASSE: Actinopterygii
ORDEM: Perciformes
FAMILIA: Sparidae
FAMILIA: Sparidae
As douradas (são da família dos sargos, pargos, bogas e gorazes), têm o corpo oblongo, coberto de escamas geralmente dentadas. Têm três espinhos na barbatana anal. O céu da boca é liso e possuem uma dentição característica, com dentes incisivos cortantes (4 ou 6 em cada maxila) e os posteriores arredondados (em três fiadas). Esta dentição permite-lhe partir as conchas grossas dos moluscos de que se alimentam. Habitam os mares tropicais e temperados (nas partes mais quentes), sendo relativamente abundante no Mediterrâneo e Atlântico, na costa portuguesa. Peixe sedentário e solitário, pode também enquadrar-se em pequenos cardumes.
Vive normalmente próximo das costas e desova no Verão - é um peixe essencialmente carnívoro, mas muito tímido. Pode atingir 1 metro ou mais de comprimento e mais de 15 quilos de peso. A sua carne é um pouco seca mas de um gosto excelente. Aparece até aos 150 metros de profundidade, mas é entre os 25 e 30 metros que se sente mais à vontade.
10 CONSELHOS PARA PESCADORES DE DOURADAS
1 - A dourada morde e saboreia a isca várias vezes antes de a engolir. Uma baixada com chumbada a "correr" para os dias de mar calmo é quase indispensável para que elas não se apercebam da prisão da isca na linha.
2 - Não se deve tentar ferrar o peixe ao primeiro toque. A seguir a uma série de pequenos toques segue-se uma "investida" muito forte e é aí que o pescador ferra o peixe.
3 - A primeira reacção da dourada é violenta, duas ou três investidas fortíssimas, que em determinadas circunstâncias não dispensam .a embraiagem do carreto aberta para evitar o pior. A recuperação do peixe é lenta e ajudada por um trabalho meticuloso da cana e do carreto.
4 - Embora a dourada não goste de iscadas com movimentos muito rápidos, é ainda mais desconfiada quando as iscas estão estáticas. Deve-se por isso preferir estralhos compridos.
5 - As iscas melhores para os peixes grandes são o caranguejo ou o mexilhão. Pode-se obter bons resultados com outras iscas seguindo sempre o princípio: as iscadas devem ser grandes.
6 - As iscas devem ser atadas com fio elástico de silicone e em determinadas circunstâncias (quando o peixe está a ferrar muito mal ) deve-se utilizar a agulha de iscar e fazer iscadas a terminarem por cima do anzol.
7- Seja qual for a isca o anzol deve ser forte e robusto.
8 - O melhor período de pesca é entre Maio e finais de Setembro.
9 - A pesca à dourada não é muito fértil de noite. As horas de maior actividade destes peixes são as do amanhecer, do anoitecer e, por vezes, ao meio do dia.
10 - Em algumas situações, sobretudo nas praias, as douradas permanecem muito longe da borda e para as apanhar necessita lançar mais de 150 metros.
BOA PESCARIA
A LUA NAS PESCARIAS
Muito se fala sobre a influência da lua e das marés na produtividade da prática da pesca. São realmente fortes influências, que tentaremos explicar com simplicidade e clareza para aqueles que não sabem como estes elementos interferem na pesca. São conhecimentos imprescindíveis para qualquer pescador esportivo.
A INTERFERÊNCIA DA LUA NAS MARÉS
O movimento da marés tem causa nas atrações gravitacionais existentes entre a Terra, a Lua e o Sol. O posicionamento da Lua e do Sol em relação à Terra determinam como se comportam os níveis do mar, e conseqüentemente dos rios e canais litorâneos. Por isso, temos as marés grandes e pequenas, ou comumente chamadas de marés vivas e mortas.
QUAL A LUA IDEAL PARA A PESCA
Afirmar categoricamente qual melhor maré ou lua para se praticar a pesca é algo impossível. Entretanto, é fato que nas chamadas marés pequenas mortas, que acontecem quando a Lua está em fase minguante ou crescente, a correnteza é menor, facilitando o posicionamento das iscas onde se deseja. Outro fato, é que nestas marés, os peixes terão uma área menor a circular na sua busca por alimentação, já que teremos um considerável volume água a menos nas áreas de pesca. Em verdade, seguindo estas considerações, podemos dizer que nas luas de quarto, ou nas marés mortas, a produtividade da pesca tende a aumentar. Mas não podemos esquecer que as variantes existentes em função dos lugares, das espécies de peixes, entre outras, podem modificar esta colocação e, por isso mesmo, nunca devemos desprezar a análise de conhecedores da região onde se pretende pescar.
Em outras palavras, se quiser fazer um estudo antecipado do local de pesca desejado, faça um cruzamento da tábua de maré com o calendário lunar, veja quando ocorrerão as marés mortas, mas não esqueça de consultar um pescador nativo da região. Existem peixes que costumam ser mais encontrados em marés vivas, dependendo do local.
Em outras palavras, se quiser fazer um estudo antecipado do local de pesca desejado, faça um cruzamento da tábua de maré com o calendário lunar, veja quando ocorrerão as marés mortas, mas não esqueça de consultar um pescador nativo da região. Existem peixes que costumam ser mais encontrados em marés vivas, dependendo do local.
terça-feira, 26 de julho de 2011
PESCA AO CHOCO
MATERIAIS
Uma cana de 2,70 chega para a nossa pesca, tenho uma que adquiri numa loja asiatica (hehe) por 4,5€ e logo na 1º pesca me rendeu 3 chocos de kilo.
Um carreto pequeno é suficiente.
Refiro estes materias, devido á leveza dos mesmos e quem passa muito tempo de cana na mão, sabe o que custa usar material pesado neste tipo de pesca.
Claro que para quem pode, existem canas e carretos mais caros e tbem de melhor qualidade que podem ser usados nesta pesca.
MONTAGENS
Na montagem utilizamos um ou mesmo varios palhaços que ficará(m) suspenso(s) a mais ou menos um palmo da chumbada.
O tamanho do estralho deve rondar os 15/20 cm.
Utilizam-se chumbadas de 30 /40 gr podendo ser mais pesadas dependendo da sensibilidade da cana, ou da necessidade de fazermos lançamentos mais longos.
Utiliza-se linha 0,40 normalmente.
A chumbada pode ser substituida por uma toneira, aumentando a hipotese de capturas, e podendo trazer muitas vezes polvos de dimensão consideravel.
Uma cana de 2,70 chega para a nossa pesca, tenho uma que adquiri numa loja asiatica (hehe) por 4,5€ e logo na 1º pesca me rendeu 3 chocos de kilo.
Um carreto pequeno é suficiente.
Refiro estes materias, devido á leveza dos mesmos e quem passa muito tempo de cana na mão, sabe o que custa usar material pesado neste tipo de pesca.
Claro que para quem pode, existem canas e carretos mais caros e tbem de melhor qualidade que podem ser usados nesta pesca.
MONTAGENS
Na montagem utilizamos um ou mesmo varios palhaços que ficará(m) suspenso(s) a mais ou menos um palmo da chumbada.
O tamanho do estralho deve rondar os 15/20 cm.
Utilizam-se chumbadas de 30 /40 gr podendo ser mais pesadas dependendo da sensibilidade da cana, ou da necessidade de fazermos lançamentos mais longos.
Utiliza-se linha 0,40 normalmente.
A chumbada pode ser substituida por uma toneira, aumentando a hipotese de capturas, e podendo trazer muitas vezes polvos de dimensão consideravel.
PALHAÇO
MODO DE PESCAR
Após o lançamento recolhe-se lentamente a linha puxando a ponteira e dando pequenos toques na mesma para animar o palhaço.
Recolhe-se depois a linha folgada com o carreto, voltando a puxar lentamente o palhaço com a ponteira, repetindo até chegar a terra.
Se aquando do recolher sentir um peso na cana ou um puxão, deve-se ferrar como se fosse um peixe de modo a prender o choco na fateixa do palhaço, depois, recolher sempre á mesma velocidade até terra.
Não se deve recolher violentamente porque se corre o risco de perder o animal.
Se pescar de um sitio alto (muralha, etc) deve-se levar um chalavar para apanhar o choco, pois é dificil puxar um choco de algum peso para cima no ar sem que este se solte do palhaço.
Se o choco se soltar pelo caminho, deixe de puxar e espere um pouco , ele irá novamente atacar o palhaço.
Se perder um choco tente fazer um lançamento o mais rapido possivel para o sitio onde o perdeu, ele vai lá estar á espera, e o mais provavel é atacar o palhaço.
Muitas vezes o choco segue o palhaço quase até terra, e conseguimos ver o choco da praia, pare o palhaço e espere o ataque, ferre e puxe para o saco.
CURIOSIDADE
O choco femea distingue-se do macho pela ausencia de riscas no corpo, que no macho são muito marcadas, e na femea são muito subtis ou mesmo inexistentes.
O choco femea tem a capacidade de atrair o macho, e muitos pescadores quando a pescam tentam mante-la dentro de agua , dentro de um camaroeiro, perto do sitio onde pescam.
Outros atam-lhe um fio grosso e deixam-na andar a vaguear por perto.
Muitas vezes o choco macho agarra-se a essa femea, e o pescador recolhendo a mesma de tempos a tempos, pode ter uma agradavel surpresa, e trazer um macho agarrado, capturando o mesmo.
O REI DA PESCA
PARGO é o nome vulgar de vários peixes pertencentes às famílias Sparidae, Lutjanidae e Haemulidae.
Todas estas espécies têm em comum a forma do corpo arredondada e verticalmente achatada e a presença de dentes caninos.
Na Madeira e nos Açores este nome é usado
exclusivamente para a espécie Pagrus pagrus
PARGO NO FORNO
Ingredientes:
- 1 pargo de 1 kg
- 1,5 dl de azeite
- 1 colher de sopa de margarina
- 750 g de batatas pequenas
- 2 cebolas grandes
- 2 dentes de alho
- 300 g de tomate
- 4 tiras de toucinho fresco
- 1 colher de sobremesa de colorau
- vinho branco
- sal
- pimenta
Preparação:
Num tabuleiro de ir ao forno e à mesa deita-se o azeite e as cebolas cortadas ás rodelas.Sobre as cebolas coloca-se o pargo já devidamente arranjado, dando-lhe quatro golpes profundos.
Numa tigela deitam-se os alhos picados, o colorau, o tomate sem pele e sem grainhas, a margarina, salsa e pimenta. Mistura-se bem para fazer uma massa e barra-se o pargo interior e exteriormente com o preparado. Introduzem-se as tiras de toucinho nos golpes que se deram no peixe. À volta do peixe colocam-se as batatinhas previamente polvilhadas com sal e colorau. Leva-se a assar em forno quente, regando o peixe de vez em quando com o molho que se vai formando e com o vinho branco.
MONTAGEM PESCA AO PARGO
Pesca de Pargo com corrente, Peixe Grande
Chumbadas de 100 a 200 gramas, , anzóis nº1.
Pesca de Pargo sem corrente, Peixe Grande
Chumbadas de 100 a 200 gramas, , anzóis nº1.
Pesca de Pargo sem corrente, Peixe Pequeno
Chumbadas de 100 a 150 gramas de correr, anzóis nº1/0.
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