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domingo, 24 de julho de 2011
TRUQUE PARA LANÇAR SEM DANIFICAR A ISCADA
Todos sabemos que iscar teagem, minhoca da lama, coreano ou outros anelideos com lançamentos fortes é complicado, o impacto do lançamento e a queda do isco na água, pode danificar de uma forma irremediável o isco destruindo a capacidade do isco ser relevante para o peixe.
Um truque muito simples é utilizar guardanapos finos e depois de concluída a colocação do isco, embrulhar num guardanapo sem fazer pressão na iscada, torcendo-se o guardanapo junto ao empate no anzol, criando assim uma protecção para o isco. Ao executar o lançamento o isco não cai do anzol e ao cair na água não se desfaz ficando o isco em boas condições.
sexta-feira, 22 de julho de 2011
O robalo é um peixe de água salgada. Tem um corpo alongado e comprido. Alimenta-se de pequenos peixes e crustáceos, especialmente camarões e caranguejos. Prefere águas calmas, barrentas e sombreadas, onde ficam próximos ao fundo. A cor do dorso é acinzentada com reflexos esverdeados e o ventre é esbranquiçado. A desova do robalo é entre janeiro e março.
O robalo-flecha é o maior da família com 1,2 metros de comprimento total e 25 quilogramas. O robalo-peva é menor, alcançando 50 centímetros de comprimento e 5 quilogramas. O robalo normal alcança 1 metro e 11 quilogramas.
A AMOSTRA EM FUNÇÃO DA ÉPOCA DE PESCA
Este é mais um daqueles “factores” a conhecer: a época em que se pesca; é que ela varia ao longo do ano. De facto os nossos amigos robalos não se alimentam da mesma maneira ao longo do ano, eles vão variando a sua alimentação. Começam normalmente por caçar pequenas presas e terminar com presas maiores e mais volumosas, com o objectivo de acumularem forças para o Inverno e para um período extremamente desgastante para eles: a desova.
No início da época, que coincide com o fim da desova (fins de Março), os robalos terão passado pelo período mais desgastante da sua existência (o Inverno e a desova) e terão tendência para procurar e caçar pequenas presas de que alimentarão.
Nesta altura as águas estarão um pouco mais frias (isto é relativo pois a temperatura na nossa costa não desce muito, mesmo no Inverno, abaixo dos 10/12 ºC, ...e será isto frio…), mas enfim, é a altura por excelência de lhe apresentarmos pequenas amostras de meia-água, fundo ou pequenos jig heads de vinil que animaremos mais lentamente, já que ele se encontra um pouco "adormecido" com as temperaturas mais frias. Esta é também a altura de privilegiar os rattlins, com o objectivo de os ajudar e incentivar a atacar a nossa amostra. Se bem que se possa pescar todo o ano com amostras de superfície, e eu faço-o, talvez esta não seja a altura ideal para se utilizar com mais frequência estas amostras.
Á medida que a época avança apresentaremos ao nosso amigo robalo amostras mais volumosas, pois as águas terão tendência a aquecer, o que lhe provoca mais actividade e naturalmente o fará procurar as suas presas à superfície. Será então a altura de utilizarmos com mais frequência as amostras de superfície com a velhinha e mortífera Super Spook, o Z-claw, as Sammy, o Gunnish, os popper e muitas outras.
Logo a seguir ao Verão e antes do Inverno, começa-se a fechar o ciclo e os robalos terão tendência a capturar presas maiores para assim constituirem mais reservas para o período desgastante que se avizinha: o Inverno e a sua reprodução, completando-se assim mais um ciclo da sua vida.
E lembrem-se, as fêmeas só atingem a sua maturidade sexual por volta dos 4/5 anos de idade e um comprimento superior aos 42 cm, por isso é nossa obrigação permitirmos que elas cumpram pelo menos uma vez na vida o seu dever: a reprodução.
Ingredientes
- 1 robalo com 1,500 kg
- 2 cebolas médias cortadas em meias-luas finas
- 1 tomate grande maduro
- 800 grs. de batatas
- 1 pimento verde pequeno cortado em tiras
- 2 dentes de alho
- 1,5 dl de vinho branco
- 1 folha de louro
- 2 colheres de chá de colorau picante
- 4 hastes de salsa
- 6 hastes de coentros
- azeite q.b.
- sal q.b.
- pimenta moída na altura q.b.
- piripiri q.b.
Depois do robalo arranjado tempere-o com um pouco de sal.
No fundo de um tabuleiro de barro, disponha as batatas descascadas e cortadas em rodelas não muito finas, por cima a cebola, o pimento, o tomate cortado aos gomos e a folha de louro.
Misture 1 colher de chá de colorau com 2 colheres de sopa de azeite, 3 colheres de sopa de vinho, 1 dente de alho picado tempere de sal e pimenta, e com este preparado regue as batatas.
Leve o tabuleiro ao forno bem quente.Dez minutos depois retire o tabuleiro do forno e coloque o robalo com 2 golpes no lombo.
Repita a operação de colorau e os restantes ingredientes, regando o robalo com o preparado.
Leve novamente ao forno cerca de 30 minutos + ou -.
A 10 minutos do fim da cozedura, coloque no tabuleiro a salsa e os coentros.
Acompanhe com uma salada mista.
No fundo de um tabuleiro de barro, disponha as batatas descascadas e cortadas em rodelas não muito finas, por cima a cebola, o pimento, o tomate cortado aos gomos e a folha de louro.
Misture 1 colher de chá de colorau com 2 colheres de sopa de azeite, 3 colheres de sopa de vinho, 1 dente de alho picado tempere de sal e pimenta, e com este preparado regue as batatas.
Leve o tabuleiro ao forno bem quente.Dez minutos depois retire o tabuleiro do forno e coloque o robalo com 2 golpes no lombo.
Repita a operação de colorau e os restantes ingredientes, regando o robalo com o preparado.
Leve novamente ao forno cerca de 30 minutos + ou -.
A 10 minutos do fim da cozedura, coloque no tabuleiro a salsa e os coentros.
Acompanhe com uma salada mista.
segunda-feira, 18 de julho de 2011
O BISAVÔ DOS PEIXES PORCO
Este belo exemplar que me deu uma luta bem jeitosa, que depois de umas horas de viagem até casa ainda grunhia e bem alto, depois de finalmente dar a batalha por perdida, foi posto na balança e alcançou uns belos 1,430g, o que me pareceu realmente o bisavô deste espécie, ehehehehehehe, belo bicho, depois mostrarei concerteza esta maravilha na travessa pronta a degustar...até breve.
As safias (Diplodus vulgaris) também conhecidas por rossadas, abeiram à costa no final de Abril até meados do Novembro, afastando-se com a chegada do Inverno para as funduras, devido a mares bravos e à temperatura da água ser mais fria. Este peixe da família Sparidae a que o sargo também pertence, tem com ele grandes semelhanças e comportamentos quase idênticos, pois gostam de fundos rochosos e partilham o mesmo habitat, alimentando-se junto a pedras com mexilhão, percebes e limo.
Preferem profundidade superior a 3 metros em que a cor da água seja limpa ou azul, gostam também de mares mansos onde faça água branca junto à pedra, não em excesso, pois é com a pequena subida e descida das vagas que aproveitam a força impulsionadora desta para arrancarem pequeno conchilho; ou seja, quando o mar faz a escoa ou leva, servem-se da força da água e do seu peso para arrancarem com os dentes pequenos conchilhos diminuindo-lhes assim o esforço que teriam que fazer a nadar se não tivessem a ajuda da corrente. Por outro lado também o mar ao remexer um pouco o fundo desloca pequenos crustáceos e minhocas, como por exemplo a camarinha e a tiagem, minhoca esta que vive na areia. Dando estes exemplos os pescadores com mares mansos devem escolher pesqueiros onde faça feição.
Preferem profundidade superior a 3 metros em que a cor da água seja limpa ou azul, gostam também de mares mansos onde faça água branca junto à pedra, não em excesso, pois é com a pequena subida e descida das vagas que aproveitam a força impulsionadora desta para arrancarem pequeno conchilho; ou seja, quando o mar faz a escoa ou leva, servem-se da força da água e do seu peso para arrancarem com os dentes pequenos conchilhos diminuindo-lhes assim o esforço que teriam que fazer a nadar se não tivessem a ajuda da corrente. Por outro lado também o mar ao remexer um pouco o fundo desloca pequenos crustáceos e minhocas, como por exemplo a camarinha e a tiagem, minhoca esta que vive na areia. Dando estes exemplos os pescadores com mares mansos devem escolher pesqueiros onde faça feição.
Carapau é a designação vulgar de várias espécies de peixes das famílias Scombridae e Carangedae, caracterizados por um corpo fusiforme, uma linha lateral terminada por escamas em forma de escudo, e uma camada de músculo vermelho na parte lateral do corpo. São peixes pelágicos que formam por vezes grandes populações e têm grande valor nutritivo e comercial.
Nome científico: Pagellus acarne (Risso, 1827)
Nome comum: besugo
Família: Sparidae
Ordem: Perciformes
Classe: Actinopterygii
Distribuição: Mediterráneo e Atlântico desde Dinamarca até Senegal, incluindo as ilhas oceânicas.
Morfologia: Corpo alto e fusiforme, menos comprimido lateralmente que outras espécies da mesma família. Olhos grandes, com o perfil da cabeça acima deles quase recto. Possui uma fileira de dentes cónicos e duas de molares. Na base das barbatanas pectorais apresenta uma mancha escura.
Biologia: Os adultos habitam fundos com algas ou areia, frequentemente entre 10 e 40m de profundidade, embora sejam encontrados até 500m. Os juvenís moram perto da costa, em águas pouco profundas. São omnívoros, mas prefirem vermes, moluscos e pequenos crustáceos.
Reprodução: Hermafrodita protándrico. Alcançam a maturidade aos 2 anos. Ovos e larvas pelágicos.
Nome científico: Pagellus acarne (Risso, 1827)
Nome comum: besugo
Família: Sparidae
Ordem: Perciformes
Classe: Actinopterygii
Distribuição: Mediterráneo e Atlântico desde Dinamarca até Senegal, incluindo as ilhas oceânicas.
Morfologia: Corpo alto e fusiforme, menos comprimido lateralmente que outras espécies da mesma família. Olhos grandes, com o perfil da cabeça acima deles quase recto. Possui uma fileira de dentes cónicos e duas de molares. Na base das barbatanas pectorais apresenta uma mancha escura.
Biologia: Os adultos habitam fundos com algas ou areia, frequentemente entre 10 e 40m de profundidade, embora sejam encontrados até 500m. Os juvenís moram perto da costa, em águas pouco profundas. São omnívoros, mas prefirem vermes, moluscos e pequenos crustáceos.
Reprodução: Hermafrodita protándrico. Alcançam a maturidade aos 2 anos. Ovos e larvas pelágicos.
Mais uma jornada a bordo do "EMILIA" de Setubal
Dia mais ou menos positivo, com mar agitado e muita porrada, mas a nivel de peixe nao sei se se poderá dizer que tenha sido positivo...do mal o menos, mais vale estes exemplares que nenhum
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Peixe Porco ou "PAMPO"
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