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segunda-feira, 18 de julho de 2011
O BISAVÔ DOS PEIXES PORCO
Este belo exemplar que me deu uma luta bem jeitosa, que depois de umas horas de viagem até casa ainda grunhia e bem alto, depois de finalmente dar a batalha por perdida, foi posto na balança e alcançou uns belos 1,430g, o que me pareceu realmente o bisavô deste espécie, ehehehehehehe, belo bicho, depois mostrarei concerteza esta maravilha na travessa pronta a degustar...até breve.
As safias (Diplodus vulgaris) também conhecidas por rossadas, abeiram à costa no final de Abril até meados do Novembro, afastando-se com a chegada do Inverno para as funduras, devido a mares bravos e à temperatura da água ser mais fria. Este peixe da família Sparidae a que o sargo também pertence, tem com ele grandes semelhanças e comportamentos quase idênticos, pois gostam de fundos rochosos e partilham o mesmo habitat, alimentando-se junto a pedras com mexilhão, percebes e limo.
Preferem profundidade superior a 3 metros em que a cor da água seja limpa ou azul, gostam também de mares mansos onde faça água branca junto à pedra, não em excesso, pois é com a pequena subida e descida das vagas que aproveitam a força impulsionadora desta para arrancarem pequeno conchilho; ou seja, quando o mar faz a escoa ou leva, servem-se da força da água e do seu peso para arrancarem com os dentes pequenos conchilhos diminuindo-lhes assim o esforço que teriam que fazer a nadar se não tivessem a ajuda da corrente. Por outro lado também o mar ao remexer um pouco o fundo desloca pequenos crustáceos e minhocas, como por exemplo a camarinha e a tiagem, minhoca esta que vive na areia. Dando estes exemplos os pescadores com mares mansos devem escolher pesqueiros onde faça feição.
Preferem profundidade superior a 3 metros em que a cor da água seja limpa ou azul, gostam também de mares mansos onde faça água branca junto à pedra, não em excesso, pois é com a pequena subida e descida das vagas que aproveitam a força impulsionadora desta para arrancarem pequeno conchilho; ou seja, quando o mar faz a escoa ou leva, servem-se da força da água e do seu peso para arrancarem com os dentes pequenos conchilhos diminuindo-lhes assim o esforço que teriam que fazer a nadar se não tivessem a ajuda da corrente. Por outro lado também o mar ao remexer um pouco o fundo desloca pequenos crustáceos e minhocas, como por exemplo a camarinha e a tiagem, minhoca esta que vive na areia. Dando estes exemplos os pescadores com mares mansos devem escolher pesqueiros onde faça feição.
Carapau é a designação vulgar de várias espécies de peixes das famílias Scombridae e Carangedae, caracterizados por um corpo fusiforme, uma linha lateral terminada por escamas em forma de escudo, e uma camada de músculo vermelho na parte lateral do corpo. São peixes pelágicos que formam por vezes grandes populações e têm grande valor nutritivo e comercial.
Nome científico: Pagellus acarne (Risso, 1827)
Nome comum: besugo
Família: Sparidae
Ordem: Perciformes
Classe: Actinopterygii
Distribuição: Mediterráneo e Atlântico desde Dinamarca até Senegal, incluindo as ilhas oceânicas.
Morfologia: Corpo alto e fusiforme, menos comprimido lateralmente que outras espécies da mesma família. Olhos grandes, com o perfil da cabeça acima deles quase recto. Possui uma fileira de dentes cónicos e duas de molares. Na base das barbatanas pectorais apresenta uma mancha escura.
Biologia: Os adultos habitam fundos com algas ou areia, frequentemente entre 10 e 40m de profundidade, embora sejam encontrados até 500m. Os juvenís moram perto da costa, em águas pouco profundas. São omnívoros, mas prefirem vermes, moluscos e pequenos crustáceos.
Reprodução: Hermafrodita protándrico. Alcançam a maturidade aos 2 anos. Ovos e larvas pelágicos.
Nome científico: Pagellus acarne (Risso, 1827)
Nome comum: besugo
Família: Sparidae
Ordem: Perciformes
Classe: Actinopterygii
Distribuição: Mediterráneo e Atlântico desde Dinamarca até Senegal, incluindo as ilhas oceânicas.
Morfologia: Corpo alto e fusiforme, menos comprimido lateralmente que outras espécies da mesma família. Olhos grandes, com o perfil da cabeça acima deles quase recto. Possui uma fileira de dentes cónicos e duas de molares. Na base das barbatanas pectorais apresenta uma mancha escura.
Biologia: Os adultos habitam fundos com algas ou areia, frequentemente entre 10 e 40m de profundidade, embora sejam encontrados até 500m. Os juvenís moram perto da costa, em águas pouco profundas. São omnívoros, mas prefirem vermes, moluscos e pequenos crustáceos.
Reprodução: Hermafrodita protándrico. Alcançam a maturidade aos 2 anos. Ovos e larvas pelágicos.
Mais uma jornada a bordo do "EMILIA" de Setubal
Dia mais ou menos positivo, com mar agitado e muita porrada, mas a nivel de peixe nao sei se se poderá dizer que tenha sido positivo...do mal o menos, mais vale estes exemplares que nenhum
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Peixe Porco ou "PAMPO"
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